23/06/2017 1:02
DESTAQUES

Segurança da Informação

5 novidades do novo navegador da Microsoft

Microsoft lançará ao mercado em breve seu novo navegador, conhecido atualmente como Projeto Spartan, parte do Windows 10, a nova versão do seu sistema operacional.

O Spartan foi “desenvolvido com o conceito de que o centro de tudo é a página que está sendo visitada na internet…,(e), por isso, nosso objetivo é evitar interferir visualmente na experiência de navegação. A ideia é apoiá-la”, disse Joe Belfiore, da Microsoft, no blog oficial da empresa.

Não há uma data para o lançamento do Spartan, mas estima-se que ele deverá estar disponível em alguns países em meados deste ano.

A Microsoft permitiu que alguns usuários testassem o Spartan antes de seu lançamento oficial e a BBC Mundo – o serviço em espanhol da BBC – lista cinco novidades do produto.

1 – “Escrever” diretamente sobre a tela
Esta é uma das funções mais chamativas: trata-se de uma ferramenta que permite ao usuário fazer comentários em telas sensíveis ao toque diretamente no site da internet.

Inclui opções para alterar a cor da “tinta” para sublinhar, adicionar notas ao redor do que está sendo observado e uma ferramenta que permite “tirar fotos” e realizar capturas da tela de qualquer coisa sendo vista. As anotações podem ser compartilhadas com facilidade através de e-mail ou das redes sociais.

2 – Cortana: assistente personalizado
Esta ferramenta tem como objetivo ajudar o usuário em buscas na internet. Para tanto, combina dados do usuário, o que conhece da internet e um toque de adivinhação, já que prevê o que o usuário pode estar procurando.

A função não está presente de maneira permanente quando se está navegando – a informação adicional é fornecida apenas quando solicitada. É ativada quando o cursor está sobre uma palavra e o botão direito do mouse é pressionado.

O sistema, então, oferece informação relacionada como, por exemplo, ao endereço de um local, horário dos serviços e instruções de como se chegar. Um dos objetivos deste assistente é prover dados concretos sem necessidade de ver todos os resultados de uma busca específica.

3 – Lista de leitura
Esta ferramente permite reunir tudo o que se vê na internet ou possa ser de interesse. Inclui a possibilidade de salvar qualquer site ou arquivos PDF.

Outro elemento é o chamado Reading View, que permite focar a atenção do usuário no que está sendo visto.

“Ele oferece uma leitura sem nenhum tipo de adorno, o que é ideal para um notebook ou tablet, porque pode-se concentrar no texto sem se distrair com elementos ao redor”, disseram Tom Warren e Jacob Kastrenakes, da publicação especializada em tecnologia The Verge.

Spartan será parte do Windows 10, que substituirá a versão anterior, a 8. (Foto: Divulgação/BBC)

4 – Rapidez
Talvez os usuários não saibam, mas há um aspecto técnico muito importante que marca uma diferença em relação ao tradicional navegador da Microsoft, o Internet Explorer.

Trata-se do motor de busca de rede, um programa que permite o processamento dos códigos dos sites da internet e que permite a visualização do produto final – imagens e textos visualmente harmoniosos – em vez de comandos incompreensíveis. A promessa da Microsoft é a rapidez na navegação.

5 – Apresentação e novo design
Warren e Kastrenakes também destacam a concepção minimalista na estética do novo navegador.

“A primeira coisa que chama atenção é o básico que se vê, é a interpretação da era moderna que a Microsoft faz. Os ícones modernos de Spartan estão numa barra de navegação lateral que se move. É a maneira correta de ativar suas funcionalidades”, disseram.

Mas eles também apontam para um lado negativo – “que a navegação não está otimizada para dispositivos ao toque”.

Fonte: G1

Google libera detalhes de mais uma brecha no Windows

O Google liberou detalhes técnicos de mais uma falha de segurança no Windows neste domingo (11). É a segunda vulnerabilidade no sistema operacional da Microsoft que a gigante de pesquisas revela em menos de duas semanas.

A atitude foi criticada por Chris Betz, diretor sênior do centro de resposta a incidentes de segurança da Microsoft. “Pedimos ao Google que torne a proteção dos nossos clientes em um objetivo primário coletivo” escreveu o executivo.

Os detalhes da falha de segurança foram revelados como parte do “Projeto Zero”. Trata-se de uma iniciativa do Google para patrocinar a pesquisa de segurança em diversos produtos de relevância significativa. Pelas regras, qualquer vulnerabilidade encontrada será comunicada ao desenvolvedor e divulgada publicamente após um prazo de 90 dias.

A nova vulnerabilidade foi encontrada pelo mesmo pesquisador da brecha divulgada no dia 29 de dezembro. Ela é aparentemente menos grave: recebeu uma classificação “média” de severidade, enquanto a anterior foi classificada como “alta”. O problema também envolve erros de permissões no Windows, podendo permitir que um usuário comum interfira com arquivos de outros usuários, inclusive arquivos do sistema.

A Microsoft havia solicitado que o Google segurasse as informações por mais dois dias, até esta terça-feira (13), data marcada para o lançamento de uma atualização do Windows para eliminar a falha. O calendário de atualizações da Microsoft reserva a segunda terça-feira útil de cada mês para o lançamento das atualizações de segurança para os produtos da companhia para permitir que técnicos e administradores de sistema estejam preparados para instalar as atualizações.

De acordo com um relatório publicado pelo Google junto dos detalhes da falha, a Microsoft foi informada que o prazo não era negociável. “A Microsoft foi informada que o prazo de 90 dias é fixo para todos os desenvolvedores e tipos de bugs e não pode ser estendido”, diz o relato de uma comunicação datada de 11 de novembro de 2014.

Criticando o Google, o diretor do centro de resposta a incidentes da Microsoft Chris Betz advogou a “Revelação Coordenada de Vulnerabilidades” (CVD, na sigla em inglês). Nesse modelo, o desenvolvedor (no caso, a Microsoft) e o pesquisador entram em um acordo a respeito de uma data na qual os detalhes da brecha serão publicados – preferencialmente após uma atualização ser disponibilizada.

“Embora proceder dessa maneira cumpra o prazo anunciado pelo Google, a decisão não se parece tanto com princípios e mais como um ‘te peguei’, com os consumidores possivelmente sofrendo como resultado”, escreveu Bentz.

Usuários e pesquisadores estão comentando sobre a política do Google na página do projeto. Um dos pesquisadores do “Projeto Zero” disse que a empresa está “monitorando os resultados”. “O prazo do projeto está definido desde a formação do nosso time [em meados de 2014]. É o resultado de muitos anos de considerações cuidadosas e discussões em toda a indústria sobre a remediação de vulnerabilidades”, justificou um pesquisador que usa o nome de “Ben”. “Dito isso, vamos monitorar de perto os efeitos desta política. Queremos que nossas decisões aqui sejam fundamentadas em dados e estamos sempre buscando melhorias que beneficiem a segurança dos usuários. Estamos felizes em dizer que os resultados iniciais mostraram que a maioria das falhas que relatamos são corrigidas antes do prazo, que é um atestado do trabalho duro dos desenvolvedores”, disse o pesquisador do Google.

Fonte: G1

Proposta do Google: pague para ficar livre de anúncios na internet

Parte da mensalidade, que fica entre 1 e 3 dólares, vai subsidiar operação de sites indicados pelos usuários. Programa está em teste nos Estados Unidos

O Google está testando o que, nas palavras do próprio gigante, pode ser um “novo modelo de internet”. O programa, chamado Contributor, permite que usuários destinem quantias (entre 1 e 3 dólares ao mês) para subsidiar a operação de sites específicos — em troca, ao acessar esses sites, os usuários não verão mais os anúncios fornecidos pela plataforma Google AdSense.

“Hoje, a internet é em grande parte financiada por publicidade. E se houvesse uma forma de apoiar diretamente as pessoas que criam os sites que você visita diariamente?”, apresenta o Google na página do Contributor.

A receita do programa não vai integralmente para os sites de preferência dos usuários. Parte, ficará com o Google — que deixa de faturar com a exibição de anúncios.

Na fase de testes, apenas seis sites fazem parte do programa: Urban Dictionary, The Onion, ScienceDaily, WikiHow, Mashable e Imgur. Tanto sites quanto usuários precisam se cadastrar e receber convites do Google para participar.

10 aquisições do Google que apostam no futuro

Nest

A empresa desenvolveu um termostato conectado à internet que pode ser controlado por meio de um smartphone. O sistema operacional do dispositivo permite “aprender” hábitos dos moradores e ajustar automaticamente a temperatura do ambiente. A empresa também oferece um alarme de incêndio inteligente, que avisa o usuário, com voz humana, sobre o aumento dos níveis de dióxido de carbono.

Fonte: Veja

Banco não terá de indenizar cliente que caiu em golpe por e-mail

A 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu que o banco Bradesco não precisará indenizar um cliente que teve sua conta bancária invadida depois de fornecer dados pessoais em uma página falsa da internet. Não cabe recurso da decisão, que foi divulgada pelo tribunal na quarta-feira (26).

No caso analisado, o correntista relata que recebeu um e-mail intitulado “Alerta Bradesco”. A mensagem informava que era preciso fornecer certas informações para que a chave de segurança usada no acesso online não fosse bloqueada.

Residente do interior de Minas Gerais, o cliente estava a trabalho no Pará e a agência bancária mais próxima ficava a 60 km. Temendo que o acesso online fosse bloqueado nessa circunstância, ele seguiu as instruções de um e-mail fraudulento, enviando seus dados diretamente aos criminosos.

Sua conta foi bloqueada depois que o banco identificou movimentações suspeitas iniciadas a partir de um computador no Maranhão. Mesmo assim, os acessos indevidos, que ocorreram entre os dias 28 e 30 de janeiro, causaram um prejuízo de cerca de R$ 5,2 mil.

O Bradesco havia sido condenado a ressarcir o cliente pelos danos materiais, mas o correntista recorreu da decisão pedindo também uma indenização por danos morais, enquanto a instituição alegava não ser responsável pelo dano material. Pelo parecer do TJMG, favorável ao banco, não cabe mais nenhuma indenização. Em vez disso, o cliente terá de ressarcir os custos processuais e advocatícios da instituição financeira.

Em sua decisão, o desembargador e relator Amorim Siqueira explicou que o Código de Defesa do Consumidor estabelece que a culpa é sempre do fornecedor de serviço, exceto se comprovado que não houve defeito no serviço ou que a culpa é exclusivamente do consumidor. Para Siqueira, o cliente deveria ter tomado o cuidado de não acessar uma página a partir de um e-mail fraudulento e, assim, a culpa nessa situação é inteiramente do consumidor.

“Não há qualquer relação entre o suposto dano e a conduta do banco, pois no caso, como dito, a culpa é exclusiva da vítima, que não agiu com as cautelas necessárias”, escreveu Siqueira.

A decisão contou ainda com os votos dos desembargadores Pedro Bernardes e Luiz Artur Hilário, que votaram com o relator.

Fonte: g1

Google lança primeiros smartphones de baixo custo Android One na Índia

Google lançou nesta segunda-feira (15) na Índia os primeiros aparelhos do projeto Android One, uma linha de smartphones de baixo custo focada em países emergentes. Os modelos custam a partir de 6,4 mil rúpias (cerca de R$ 245) e buscam capturar uma fatia do mercado de smartphones que mais cresce no mundo.

Os aparelhos são resultado de um acordo do Google com as fabricantes indianas Micromax, Karbonn e Spice Mobiles. Além de rodar o sistema operacional Android, os smartphones Android One são compatíveis com dois chips, têm rádio FM e podem ter suas baterias trocadas.

“O acesso pelo bem do acesso não é suficiente”, diz Sundar Pichai, vice-presidente da dividão de Android, no blog oficial do Google. “Com Android One, não queremos apenas ajudar as pessoas a ficarem on-line. Queremos ter certeza de que, quando elas chegarem lá, consigam acessar a riqueza de informações que a rede disponibiliza para todos”.

Depois da chegada à Índia, o Google afirma que planeja expandir o Android One para Indonésia, Filipinas e outros países do sul da Ásia até o final de 2014, com mais países em 2015.

A Índia é vista como um mercado lucrativo para smartphones de baixo custo porque muitas pessoas estão comprando os dispositivos pela primeira vez. Apenas 10% da população da Índia possui um smartphone atualmente, segundo a corretora Nomura, e esse número deverá dobrar nos próximos quatro anos.

Fonte: G1

Anel inteligente avisa quem está ligando e se há e-mails no celular

Enquanto os gadgets vestíveis começam a chegar ao mercado na forma de relógios inteligentes, de pulseiras que monitoram atividades físicas ou de óculos como o Google Glass, uma empresa apresentou um acessório do tipo na forma de um anel. Ele é colocado no dedo e mostra notificações do celular do usuário, como e-mails, mensagens e quem está ligando: tudo isso em um pequeníssimo visor.

Chamado de “smart ring” (anel inteligente, em tradução), ele foi criado pela empresa MOTA(acesse aqui) e será anunciado na feira IFA, que acontece entre 5 e 10 de setembro em Berlim, na Alemanha.

O dispositivo é otimizado para smartphones Android e iOS, mas há previsão de ele ser compatível com outros aparelhos, como o Windows Phone. Por meio de um visor, o usuário sabe quantos e-mails novos ele recebeu, o nome do contato que está ligando, mensagens de texto e notificações das redes sociais Twitter, Instagram e Facebook. Para alternar entre as mensagens, basta passar o dedo na pequena tela do anel. Ele também vibra quando o usuário recebe algo novo no celular e é possível escolher diferentes padrões de vibarção para cada tipo de alerta.

Embora seja um anel, a empresa que o criou afirma que ele pode ser usando tanto por mulheres quanto por homens. Não há preço nem previsão de venda para o “smart ring”.

Anel inteligente apresenta mensagens em pequena tela (Foto: Divulgação/MOTA)Anel inteligente apresenta mensagens em pequena tela (Foto: Divulgação/MOTA)
Fonte: G1

Como bloquear um contato no novo WhatsApp do Windows Phone?

WhatsApp para Windows Phone 8 recebeu uma importante atualização que permite que contatos sejam bloqueados diretamente no aplicativo. Com essa função, é possível impedir que alguma pessoa indesejada envie mensagens, fotos ou vídeos sem a sua permissão. Confira neste tutorial do TechTudo como adicionar um contato à lista de bloqueio do WhatsApp.

Veja também: como impedir que clonem e espiem suas conversas no WhatsApp

Passo. 1. Abra o WhatsApp;

WhatsApp para Windows Phone oferece a opção de bloquear um contato a partir das configurações (Foto: Reprodução/Elson de Souza)WhatsApp para Windows Phone oferece a opção de bloquear um contato a partir das configurações (Foto: Reprodução/Elson de Souza)

Passo 2. Na tela inicial, toque na barra inferior e, em seguida, escolha a opção “configurações”;

Passo 3. Na janela que se abre, toque em “contatos”;

WhatsApp para Windows Phone recebeu atualização que permite bloquear contatos (Foto: Reprodução/Elson de Souza)WhatsApp para Windows Phone recebeu atualização que permite bloquear contatos (Foto: Reprodução/Elson de Souza)

Passo 4. Escolha a opção “contatos bloqueados” para ver as pessoas que não podem te enviar mensagem e adicionar novos amigos;

Passo 5. Na parte inferior da tela, toque sobre o botão “+”;

Escolha contato que deseja bloquear no novo WhatsApp para Windows Phone (Foto: Reprodução/Elson de Souza)Escolha contato que deseja bloquear no novo WhatsApp para Windows Phone (Foto: Reprodução/Elson de Souza)

Passo 6. Uma lista com seus contatos se abrirá para que você escolha aquele que deseja bloquear.

Contatos incômodos na lista de bloqueados no WhatsApp para Windows Phone, mas é possível desfazer a operação (Foto: Reprodução/Elson de Souza)Contatos incômodos na lista de bloqueados no WhatsApp para Windows Phone, mas é possível desfazer a operação (Foto: Reprodução/Elson de Souza)

Pronto! O contato será bloqueado e não poderá mais te enviar mensagens. Caso deseja desfazer a ação, basta tocar e segurar sobre o nome da pessoa e escolher a opção “remover”.

Fonte: G1

Novidade tela de telefone flexivel no seu celular e tablete.

Em um mundo em primeiro lugar, fabricante de telefones LG confirmou que vai começar a vender telas flexíveis para smartphones e tablets – e poderá ser lançado já no próximo mês. 

A tela de 6 polegadas será feita de substratos plásticos articulados, em vez de vidro, e o painel pode ser ligado a qualquer dispositivo curvo.

LG Chem, braço de pesquisa da empresa no Koren do Sul, tem, adicionalmente, disse que está pronto para revelar o seu protótipo de bateria curva antes do lançamento de rumores da empresa G Flex aparelho em novembro.

 Fabricante de telefones LG confirmou que vai começar a vender telas flexíveis para smartphones e tablets, e poderia ser lançado já no próximo mês.

Fabricante de telefones LG confirmou que vai começar a vender telas flexíveis para smartphones e tablets, e poderia ser lançado já no próximo mês. A tela de 6 polegadas, representado, será feita de substratos plásticos articulados, em vez de vidro, e o painel pode ser ligado a qualquer dispositivo curvo

Iluminando: A equipe baseada em Seul testou seu "cabo da bateria 'em telas de LCD - e mostrar o quão flexível a sua tecnologia é

LG Chem, braço de pesquisa da empresa no Koren do Sul, tem, adicionalmente, disse que está pronto para revelar o seu protótipo de bateria curva. A equipe vem testando a sua “bateria cabo ‘, na foto, em telas de LCD e é tão bendy pode ser amarrado em nós

Como funciona a bateria?

 LG Chem utilizado finos fios de arame de cobre revestidas com níquel-estanho, que são, em seguida, girado em uma “fio metálico” e enrolado em torno de uma haste.

A haste é então retirado, deixando uma mola forte que pode ser guardado em espaços apertados e pequenos.

A equipe disse: “Em nossos experimentos, descobrimos que o nosso protótipo foi excepcionalmente flexível e pode sofrer grande pressão, sem defeito.”

Eles acrescentaram que, na concepção de novos dispositivos “, o fator limitante é muitas vezes a forma da bateria ‘e que sua bateria pode ser” uma tecnologia disruptiva que poderia abrir um caminho para a inovação no design.

Embora a rival Samsung anunciou igualmente planos para lançar seu próprio display flexível no mês passado, a LG é esperado para bater a empresa em tornar a tecnologia disponível para os consumidores.

O G Flex telefone é espalhado boatos para lançar no próximo mês.

Embora não se espera que o aparelho a ser aspiration, a utilização de uma tela flexível pode significar que tem um visor mais curvo do que os telefones actuais.

Nexus S da Samsung e telefones Galaxy Nexus já ligeiramente curvada, as telas OLED, mas ambos usam vidro curvo, não de plástico flexível.

No entanto, os primeiros dispositivos realmente curvas podem não estar disponíveis para os clientes até o próximo ano.

‘LG Display está lançando uma nova era das telas flexíveis para smartphones com sua tecnologia líder da indústria, “disse o Dr. Sang GDeO Yeo, vice-presidente executivo e diretor de tecnologia da LG Display.

“O mercado de tela flexível deve crescer rapidamente esta tecnologia é esperada para expandir ainda mais em diversas aplicações, incluindo exposições de automóveis, tablets e dispositivos wearable.

“Nosso objetivo é levar uma vantagem inicial no mercado de display flexível através da introdução de novos produtos com melhor desempenho e projetos diferenciados no próximo ano.”

Embora a rival Samsung anunciou planos para lançar seu próprio display flexível no mês passado, a LG deve lançar a sua exibição no G Flex telefone, rumores de lançar no próximo mês, com um ecrã de 6 polegadas. Embora a rival Samsung anunciou planos para lançar um display flexível no mês passado, a LG deverá ser a primeira a trazer ao mercado no G Flex telefone, rumores de lançar no próximo mês. Embora não se espera que o aparelho a ser aspiration, a utilização da tela, representado, pode significar que tem um visor mais curvo do que os telefones actuais

O desenho é feito de plástico fino 0,44 milímetros e tem uma película protectora fixada na parte traseira, o que torna ‘flexível e inquebrável.

É côncava verticalmente de cima para baixo, tem um raio de 7cm, pesa 7,2 g.

A tecnologia da LG Display também pode ser instalado em smartwatchesA tecnologia da LG Display também pode ser instalado em relógios inteligentes e outros dispositivos, que podem ser envolvidos em torno de itens, retratados

LG Display alega que o painel OLED flexível é o “mais fino do mundo entre os painéis existentes para dispositivos móveis.

Nova tecnologia de baterias da empresa também pode revolucionar smartphones, porque é tão bendy pode ser amarrado em nós.

Isto significa que pode ser moldado em torno de outros componentes.

Poderia até melhorar a vida da bateria de telefones, pois os fabricantes podem adicionar mais poder para as baterias, se eles não estão restritos por tamanho ou forma.

-O tipo de cabo de bateria de lítio-ion da LG Chem pode até mesmo tecidas em têxteis.

Isto significa que a tecnologia também pode ser equipado com roupas, e os usuários podem acabar ‘vestindo’ carregadores de telefone.

Tanto a LG e Samsung já produziram TVs OLED de 55 polegadas curvas à venda por cerca de £ 8.500.

É inseguro quanto a tela de 6 polegadas ou o G Flex telefone vai custar, mas a tecnologia está prevista para chegar em um prêmio.

A tela ultra-fina continua a mostrar uma imagem clara mesmo quando se enrolaA Sony foi a primeira empresa a anunciar tecnologia de display flexível de volta em 2010, na foto, mas não foi disponibilizado para os clientes ainda. Protótipo de tela do Sony era tão flexível que poderia ser enrolada em torno de um lápis

O QUE É OLED tecnologia?

Tanto a LG e Samsung já produziram TVs OLED de 55 polegadas curvas à venda por cerca de £ 8.500.

De OLED (diodos orgânicos emissores de luz) são usados ​​para criar displays digitais em TVs, monitores de computador, telefones, tablets e consolas de jogos.

Um display de OLED funciona sem uma luz de fundo, o que significa que ele pode exibir profundos níveis de preto e pode ser mais fino e mais leve do que um display de cristal líquido (LCD).

Na baixa iluminação, uma tela OLED pode produzir uma relação de contraste maior do que um LCD também.

Em março do ano passado, a LG Display também desenvolveu primeira exibição mundial de 6 polegadas de papel eletrônico (EPD), com base em e-ink, que tinha um painel traseiro de plástico.

No entanto, a Sony foi a primeira empresa a desvendar tecnologia de display flexível de volta em 2010, mas não foi disponibilizado aos clientes.

Protótipo de tela do Sony era tão flexível que poderia ser enrolada em torno de um lápis.

Rumores antes Samsung lançou seu Galaxy engrenagem smartwatch em agosto acreditava que teria com uma tela flexível, no entanto, o dispositivo tem uma tela de 2 polegadas sólida montada uma pulseira de relógio tradicional.

Isso foi dito para ser, porque as empresas de tecnologia ainda tem que descobrir como produzir em massa as peças de forma barata e vir com painéis que podem ser tão fino quanto uma folha e altamente resistente à calor.

Plastic Logic baseada em Cambridge é um especialista em displays flexíveis e criou uma série de protótipos e dispositivos, incluindo o tablet PaperTab 10,7 polegadas eo CoverReader PocketBook que está definido para ser um fino e leve tampa articulada para HTC, Sony e Samsung telefones

Fonte: Imail Onlaine