22/05/2017 21:27
DESTAQUES

Saúde

Cientistas dos EUA desenvolvem pequenos pulmões em provetas

Uma equipe de cientistas dos Estados Unidos conseguiu desenvolver, com o uso de células-tronco, tecido de pulmões em três dimensões em provetas, o que pode facilitar a pesquisa de doenças pulmonares mais efetivamente.

 O trabalho, publicado pela revista “Stem Cells Translational Medicine”, assegura que o tecido desenvolvido pelos especialistas constitui-se em “organoides” similares a pequenos pulmões humanos.

Os cientistas do Centro de Pesquisa de Células-Tronco da Universidade da Califórnia (UCLA) obtiveram esse tecido recobrindo pequenas partículas de hidrogel com células-tronco procedentes de pulmões, o que permitiu que elas se reorganizassem na forma de sacos de ar similares a pulmões humanos.

“Embora não tenhamos criado pulmões totalmente funcionais, pudemos pegar células de pulmão e colocá-las na disposição geométrica espacial correta para emular um pulmão humano”, afirmou a médica Brigitte Gomperts, autora principal do estudo.

Segundo os especialistas do Centro da UCLA, os tecidos de pulmão desenvolvidos em provetas podem ajudar a estudar doenças como a fibrose pulmonar idiopática, que consistente na cicatrização, espessamento e endurecimento dos pulmões, o que provoca a falta progressiva de oxigênio e cujas causas são desconhecidas.

“A técnica é muito simples”. “Podemos desenvolver milhares de peças de tecido reproduzíveis que se assemelham a pulmões e contêm as células específicas de um paciente”, disse Dan Wilkinson, do Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais e coautor do artigo científico.

Fonte: G1

STF libera uso de medicamento experimental contra o câncer

O Supremo Tribunal Federal derrubou nesta terça-feira (6) decisão do presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que suspendia o fornecimento da chamada “fosfoetanolamina sintética” a pacientes com câncer. Produzida pela Universidade de São Paulo (USP), a substância tem demonstrado resultados positivos na contenção e redução de tumores, mas não apresenta registros no Ministério da Saúde nem na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No fim de setembro, por solicitação da USP, o desembargador do TJ-SP José Renato Nalini havia derrubado antecipações de tutela que permitiam a distribuição da medicação a centenas de pacientes, com o argumento de que não existem provas da eficácia da fosfoetanolamina em seres humanos.

A decisão de liberar novamente a medicação foi tomada pelo ministro Luiz Edson Fachin, que concedeu liminar a pedido de uma paciente em estado terminal. O parecer tem repercussão geral, o que significa que a decisão deve ser estendida a casos idênticos. A notícia reanimou o paranaense Roberto Zanetti, que já havia conseguido na Justiça o direito ao medicamento experimental. Diagnosticado com câncer de fígado em maio deste ano, Roberto conta que participa de grupos na internet formados por pessoas que tiveram melhoras significativas, comprovadas com exames, após o uso da substância.

Morador de Joinville (SC), Orlando José Souza Neves, de 50 anos, é um desses pacientes. Há onze meses ele descobriu três nódulos no fígado e recebeu indicação de quimioterapia. Contrário ao tratamento convencional, decidiu esperar pelo pior. Foi quando recebeu do filho 60 comprimidos de fosfoetanolamina e começou a tomar três deles por dia. Após cinco meses, uma tomografia apontou que dois nódulos haviam sumido. Nesta quarta-feira (7), ele passou por uma nova consulta e o oncologista constatou que o terceiro nódulo parou de crescer. “O médico ficou admirado com a reação da medicação, porque ele havia visto os exames que eu tinha feito antes”, diz.

A fosfoetanolamina é produzida pelo Instituto de Química do campus São Carlos da USP, que tem recebido centenas de pessoas em busca do tratamento. Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da USP disse que a universidade não iria se manifestar. Em esclarecimento publicado em seu site, o Instituto de Química afirma que a substância foi estudada de forma independente pelo professor Gilberto Orivaldo Chierice, já aposentado. As pesquisas envolveram a síntese da substância e contaram com a participação de pessoas sem vínculo com a Universidade de São Paulo. Ainda conforme o esclarecimento, o instituto está produzindo e fornecendo a fosfoetanolamina em caráter excepcional, em atendimento a demandas judiciais individuais, e não dispõe de médico para orientar sobre a utilização da substância

Fonte: Gazeta do povo

Papa chega à Filadélfia para etapa final de viagem aos EUA

Após a sua passagem inesquecível por Nova York, o papa Francisco chega neste sábado (26) na Filadélfia para a última etapa de sua viagem de seis dias pelos Estados Unidos, com o Encontro Mundial das Famílias como grande atração.

  • Cerca de 1,5 milhão de pessoas de todo o mundo são esperadas neste fim de semana nesta cidade entre Nova Yorke Washington, na costa leste do país.

O centro da Filadélfia foi completamente fechado para o tráfego desde sexta-feira à noite, com militares e policiais em quase todas as esquinas.

O Papa argentino de 78 anos deve pousar na Filadélfia às 9h30 do horário local (10h30 no horário de Brasília) procedente de Nova York, e de lá seguirá para a Basílica de São Pedro e São Paulo, onde será recebido por representantes da Arquidiocese da Filadélfia, casais recém-casados, casais com mais de 50 anos de união e crianças.

Dezenas de fiéis passaram a noite na basílica para ver Francisco, o primeiro pontífice das Américas. “Queria fazer parte desta celebração da família”, declarou à AFP Luis Ortiz, de 42 anos, que chegou com seus onze filhos.

Na parte da tarde, Francisco discursará sobre a liberdade religiosa e a imigração para 40 mil pessoas no Independence Mall, localizado no que é considerado o berço dosEstados Unidos e local da declaração de independência em 1776.

Encontro Mundial das Famílias
O destaque do dia será a sua participação no VII Encontro Mundial das Famílias, no Benjamin Franklin Parkway, onde espera-se 1,5 milhão de fiéis.

Francisco cumprimentará a multidão a bordo do papamóvel e enviará uma mensagem, antes de encerrar o evento com fogos de artifício.

Papa Francisco cuprimenta pessoas em sua chegada no Aeroporto Internacional de Filadélfia neste sábado  (Foto: AP Photo/Susan Walsh)Papa Francisco cuprimenta pessoas em sua chegada no Aeroporto Internacional de Filadélfia neste sábado (Foto: AP Photo/Susan Walsh)

O Papa se despede dos Estados Unidos no domingo, com a missa de encerramento do Encontro Mundial das Famílias, após uma reunião com os bispos americanos e uma visita a um centro correcional para jovens com entre 18 e 21 anos.

Desde sua chegada a Washington, que incluiu uma visita na quarta-feira ao presidente Barack Obama na Casa Branca e um discurso inédito na quinta-feira ante as duas casas do Congresso, Francisco atraiu verdadeiras multidões.

 Mulher chora ao ver papa Francisco se aproximar e abençoar seu filho com deficiência física em sua chegada à Filadélfia  (Foto: Nicholas Kamm/AFP)Mulher chora ao ver papa Francisco se aproximar e abençoar seu filho com deficiência física em sua chegada à Filadélfia (Foto: Nicholas Kamm/AFP)

Na sexta-feira, o Papa comoveu e espantou Nova York em um dia inesquecível, que incluiu um encontro no Central Park, uma forte mensagem na ONU contra a opressão financeira aos países em desenvolvimento e visitas ao Memorial do 11 de Setembro e a uma escola.

Francisco disse adeus à Big Apple com uma missa para 20.000 pessoas no famoso Madison Square Garden.

Tratado como uma estrela do rock, o Papa se manteve firme em seus princípios de humildade e proximidade com os setores mais vulneráveis, despertando a admiração de autoridades de todos os setores políticos, imprensa e até mesmo não-católicos.

Membros do coral chegam à Basílica de São Pedro e São Paulo na Filadélfia, que irá receber uma missa com o Papa Francisco neste sábado (26)  (Foto: Drew Angerer/Getty Images/AFP)Membros do coral chegam à Basílica de São Pedro e São Paulo na Filadélfia, que irá receber uma missa com o Papa Francisco neste sábado (26) (Foto: Drew Angerer/Getty Images/AFP)
Fiéis esperam pela chegada do Papa Francisco na Basílica de São Pedro e São Paulo em Filadélfia na manhã deste sábado (26)  (Foto: Reuters/Charles Mostoller)Fiéis esperam pela chegada do Papa Francisco na Basílica de São Pedro e São Paulo em Filadélfia na manhã deste sábado
Fonte: G1

Governo anuncia pacote de corte de gastos e propõe volta da CPMF

Após um final de semana de muitas reuniões entre a presidente Dilma Rousseffe vários de seus ministros, o governo federal anunciou nesta segunda-feira (14) um bloqueio adicional de gastos no orçamento de 2016 no valor de R$ 26 bilhões. Além disso, o governo também anunciou uma nova rodada de alta de tributos, com a proposta de retorno da CPMF.

A CPMF, segundo os cálculos divulgados pelo governo, vai ser responsável por metade do ajuste nas contas públicas anunciado nesta segunda-feira para o ano de 2016, que é de R$ 64,9 bilhões. “O objetivo é que a CPMF não dure mais do que quatro anos”, disse o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Também foi anunciado que haverá redução de ministérios e cargos de confiança, gerando uma redução de gastos de R$ 200 milhões. Esses cortes, no entanto, não foram detalhados.

As medidas, que foram anunciadas por Levy e pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, representam recuo em relação à posição adotada anteriormente. Na semana retrasada, Dilma havia dito que o governo cortou “tudo o que poderia ser cortado”.

“Muitas das medidas exigirão apCoio do Congresso para se tornarem efetivas, e a confiança dos brasileiros. Foi sugerido que se procurasse dialogar mais com a sociedade para que tivesse pleno entendimento sobre a necessidade desse esforço adicional. Nestas últimas semanas, ficou absolutamente evidente para todos a necessidade desse ajuste. Temos os próximos meses para converter em realidade essas medidas, principalmente por meio da votação de projetos de lei e PECs”, declarou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, informou que deve haver uma reunião com as lideranças da base governista, na Câmara e no Senado Federal, e também com os presidentes de ambas as casas, para viabilizar as medidas propostas.

O ministro da Fazenda informou ainda que, ao atualizar os parâmetros do orçamento do ano que vem, baixando a previsão do nível de atividade, foi estimada uma perda de R$ 5,5 bilhões em arrecadação em 2016. O orçamento do ano que vem trazia uma previsão de queda do PIB de 2015 de 1,8% e um aumento de 0,2% no próximo ano. Na semana passada, entretanto, o mercado financeiro previu uma contração do PIB de 2,55% neste ano e de 0,6% em 2016. Queda maior do PIB representa menos recursos no caixa do governo.

 Volta da CPMF

O governo informou que vaipropor o retorno da CPMF, com alíquota de 0,2%, inferior, portanto, aos 0,38% que vigoravam antes. Também informou que vai reduzir o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF). Com isso, espera conseguir R$ 32 bilhões em 2016.

“Essa é uma medida bastante central no esforço. Foi considerada que, diante de todas as alternativas de tributos, a prorrogação da vigência da lei original da CPMF seria um caminho que traria menor distorção à economia, seria o caminho com menor impacto inflacionário, seria melhor distribuído. Incide de maneira equitativa em todos os setores. E, na verdade, se a gente for pensar, tratam-se de dois milésimos do que [a pessoa] vai comprar. Você teria, por exemplo, dois milésimos de uma entrada de cinema que você comprar para diminuir o déficit da Previdência Social”, declarou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

“CPMF para quê? Para garantir o pagamento das aposentadorias e para diminuir o déficit da Previdência Social”, declarou Levy. Segundo ele, a prorrogação proposta será por 48 meses. “É uma contribuição de prazo determinado, com objetivo determinado, que é pagar as aposentadorias. Dar tranquilidade à Previdência Social”, disse Levy.

Ele acrescentou que a CPMF seria “provisória”, durando não mais que quatro anos. “Procuramos por essa alíquota no mínimo necessário para a segurança fiscal. Conhecemos essa medida. Essa contribuição é que os bancos estão preparados em implementar. É relativamente rápida, tem grande transparência. Alcança o informal. Depois de ouvir muitos empresários, essa seria a forma mais eficaz de proteger a Previdência Social em um momento em que a economia enfrenta dificuldades, que tem se agravado, com essa questão do grau de investimento”, disse o ministro da Fazenda.

Barbosa explicou que, pela proposta do governo, toda a arrecadação da CPMF ficaria com o governo, não sendo dividida, portanto, com estados e municípios.

 Mais tributos

O governo informou ainda que diminuirá o benefício a ser concedido no próximo ano para os exportadores de produtos manufaturados. A alíquota do Reintegra, programa que “devolve” aos empresários uma parte do valor exportado em produtos manufaturados por meio de créditos do PIS e Cofins, que seria de 1% em 2016, será de apenas 0,1%. O benefício, portanto, foi praticamente eliminado no ano que vem. Com isso, o governo vai arrecadar R$ 2 bilhões a mais.

Também cairá o benefício dado à indústria química (por meio do PIS/Cofins), que renderá mais R$ 800 milhões ao governo. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou ajustes nos juros sobre capital próprio, limitando a incidência da TJLP a 5% do efeito do cálculo, e aumento da alíquota de 15% para 18%. Essa medida renderá mais R$ 1,1 bilhão aos confres públicos.

Imposto sobre ganho de capital

O ministro anunciou ainda a criação de um imposto sobre “ganho de capital progressivo”, que será cobrado sobre aumentos de receita das pessoas físicas. Esse tributo vai afetar, por exemplo, os recursos gerados com a venda de um imóvel. Atualmente, há uma cobrança de 15% sobre o valor da venda da propriedade. Agora, o percentual será maior, conforme o volume de recursos gerados com a operação. O impacto estimado com o tributo é de R$ 1,8 bilhão. O novo imposto terá as seguintes alíquotas:

Para venda de até R$ 1 milhão será de 15% De R$ 1 milhão a R$ 5 milhões, será de 20% De R$ 5 milhões a R$ 20 milhões, será de 25% Mais de R$ 20 milhões, será de 30%

“Como é um imposto novo isso leva uma mudança de hábitos. É difícil estimar as receitas. É um ganho de quando você aliena um bem. Hoje você paga 15%. Agora, quando houver vendas cumulativas acima de R$ 1 milhão, você pagará uma alíquota maior”, disse.

 Sistema S

O ministro da Fazenda informou que vai “compartilhar temporariamente” com os órgãos do sistema S os estímulos hoje concedidos para empresas que investem em inovação. A expectativa é gerar um impacto positivo de R$ 2 bilhões.

“Hoje já temos alguns programas de valorização da inovação. Temos lá de trás a chamada lei do MEI, que permitia que várias despesas pudessem ser abatidas em dobro do custo do lucro tributado. Era um estímulo. No caso, estamos compartilhando esse estímulo pelos órgãos do sistema S, temporariamente”, disse.

Além disso, Joaquim Levy informou que haverá redução de 30% nas alíquotas do sistema S e do Sebrae e, também, oneração da tributação da contribuição previdenciária incidente sobre a folha – o que renderá mais R$ 6 bilhões aos cofres públicos em 2016. Na prática, esses recursos deixarão de ir para o Sistema S e passarão a ser direcionados para a Previdência Social.

Reajuste de servidores e suspensão de concursos
Entre as medidas anunciadas, do lado do bloqueio de gastos, está o adiamento do reajuste do salário dos servidores públicos até agosto do ano que vem. Sem essa medida, os salários seriam corrigidos em janeiro de 2016. Com essa medida, o governo espera um impacto de R$ 7 bilhões a menos nos gastos públicos.

Além disso, também haverá suspensão de concursos públicos, que estavam estimados em R$ 1,5 bilhão em gastos em 2016.

“Estamos vendo aumento do desemprego no setor privado e reajustes de salários sem contemplar inflação. Nesse momento, é plenamente justificável [adiar reajuste para 2016]. A média de salários [no setor público] é superior ao setor privado. E [os servidores públicos] têm estabilidade no emprego. Nesse momento de travessia fiscal, nesse esforço para elevar o superávit primário, todos estão fazendo sua parte. Achamos adequado adiar proposta de reajuste para 2016 de janeiro para agosto”, declarou o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.

Corte de ministérios e despesas administrativas
O governo anunciou ainda uma redução de R$ 2 bilhões em despesas discricionárias com DAS (cargos comissionados) e gastos administrativos.

Dentro da redução de gastos administrativos, o governo prevê a economia de R$ 200 milhões com corte de ministérios e cargos de confiança. e outros R$ 200 milhões em gastos com servidores (diárias, passagens, auxílio moradia e telefone).

Outros R$ 1,6 bilhão estão previsto em renegociação de contratos, como aluguel, manutenção, segurança e veículos.

Teto salarial
O governo pretende ainda enviar ao Congresso projeto de lei para garantir o cumprimento do teto salarial a todos os agentes públicos e servidores. Atualmente, a legislação já diz que a remuneração no setor público não pode ultrapassar o salário de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), mas alguns benefícios e complementações salariais acabam por aumentar o valor.

Segundo Barbosa, o projeto de lei imporia limites a situações que hoje geram salário superior ao teto. “Vamos enviar um projeto de lei que vai disciplinar a metodologia de cálculo e o que entra ou não no teto de remuneração e ao mesmo tempo estabelecer um sistema de cruzamento de dados.”

Abono permanência

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, anunciou que vai eliminar o chamado abono de permanência, que um benefício remuneratório pago a servidores que já atingiram a idade para se aposentar, mas que permanecem na função. A extinção do benefício tem que ser feita por proposta de emenda à Constituição.

“Vamos eliminar o abono de permanência. A previsão é que mais 123 mil servidores adquirirão nos próximos anos. No próximo ano, os gastos com o abono serão de R$ 1,2 bilhão de reais”, disse o ministro.

Minha Casa, Minha Vida, PAC e Saúde
O ministro do Planejamento anunciou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vai sofrer corte no trecho que trata do Minha Casa, Minha Vida, em R$ 4,8 bilhões.

“Para que isso não comprometa a execução do programa a nossa proposta é que o FGTS direcione recursos para pagamento de parte das despesas do Minha Casa, Minha Vida, na faixa 1, que hoje não recebe recursos do FGTS”, disse Barbosa.

Segundo ele, também está prevista uma renegociação de contratos de aluguel, manutenção e segurança, entre outros, para economizar mais R$ 1,6 bilhão no ano que vem.

Outra medida anunciada é a redução de gastos em R$ 3,8 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (sem Minha Casa Minha Vida) e de mais R$ 3,8 bilhões em gastos com Saúde (a serem recompostos posteriormente com emendas parlamentares).

Objetivo das medidas anunciadas

O objetivo do novo bloqueio de gastos é tentar reequilibrar a peça orçamentária do ano que vem, que foi enviada ao Congresso Nacional, pela primeira vez, com déficit (despesas maiores do que receitas) e evitar novo rebaixamento da nota brasileira pelas agências de clasificação de risco. Na semana passada, o Brasil perdeu o grau de investimento da Standard & Poors.

Meta fiscal
Para aumentar a confiança no Brasil, o governo já informou que buscará, ao invés de uma meta de déficit fiscal de R$ 30,5 bilhões para o governo (0,5% do PIB) ou de R$ 21,1 bilhões para todo o setor público (governo, estados, municípios e estatais), ou 0,34% do PIB – conforme está no orçamento de 2016 – um superávit primário, a economia para pagar juros da dívida pública, de 0,7% do PIB no ano que vem.

A retomada de uma meta superavitária para o próximo ano, da ordem de 0,7% do PIB, acontece após disputas internas entre o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que defende um resultado positivo para as contas públicas em 2016, e o titular do Ministério do Planejamento, Nelson Barbosa – que buscava, com um déficit, uma meta mais “realista”.

Resultados fiscais
No ano passado, as contas de todo o setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) registraram o primeiro déficit primário (receitas menos despesas, sem contar juros) anual da história. Em 2014, o déficit primário foi de R$ 32,53 bilhões, ou 0,63% do PIB.

Em 2015, apesar dos vários aumentos de tributos e bloqueio de gastos públicos, as contas públicas continuaram a registrar deterioração. De janeiro a julho, foi contabilizado o pior resultado da série histórica, que começa em 2001, para este período. Em 12 meses até julho, houve um déficit primário de R$ 50,99 bilhões, ou 0,89% do PIB, também o pior resultado da série histórica para este indicador.

Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta, no conceito conhecido no mercado como resultado “nominal”, houve déficit de R$ 502 bilhões em 12 meses até julho, o equivalente a expressivos 8,81% do PIB. Trata-se, também, do pior resultado da história. O déficit nominal foi impulsionado pelos gastos do Banco Central com os contratos de “swap cambial” – que já superam R$ 90 bilhões em 2015.

Se fechar neste patamar em 2015, o resultado nominal do Brasil só estaria em melhor situação da de países como Bahrein (déficit de 9,8% do PIB), Antigua (-10,5% do PIB), Algéria (-12,5% do PIB), Brunei (-15,6% do PIB), República do Djibuti (-13% do PIB), Egito (-11,7% do PIB), Guinea Equatorial (-21,4% do PIB), Eritreia (-12,18% do PIB), Guiné (-10,1% do PIB), Iraque (-9,9% do PIB), Líbia (-68% do PIB) e Venezuela (-19,9% do PIB), de acordo com projeções do Fundo Monetário Internacional.

Fonte: G1

A história da dor: de punição divina a um inimigo a ser combatido

Em seu novo livro ‘The Story of Pain’ (A História da Dor), a historiadora Joanna Bourke investigou como suportamos a dor desde a Antiguidade. Nesta entrevista, ela conta que no passado tratamos o sofrimento com rezas, acreditamos que crianças eram insensíveis e, mais recentemente, nos tornamos vítimas de dores crônicas

Durante a maior parte da história humana, a dor não era sintoma de doenças ou a reação do corpo ao mau funcionamento de um órgão. Era vista como punição divina ou forma de purificar a alma. Suportar impassível as dores excruciantes foi virtude valorizada até os anos 1970, quando a indústria farmacêutica desenvolveu analgésicos e anestésicos eficazes. Operações como amputações ou retiradas de tumores eram feitas sem qualquer alívio para os pacientes: sofrer em silêncio era sinônimo de força, dignidade e orgulho. Aqueles que reagiam com veemência à angústia eram vistos como inferiores, próximo aos animais. No entanto, a partir do momento em que o avanço da medicina tornou possível exterminar a dor por meio de pílulas, o sofrimento perdeu seu sentido místico e social e se tornou desnecessário. Para a historiadora Joanna Bourke, professora da Universidade de Londres, isso é ótimo, embora ela acredite que seja necessário dar um passo a mais na nossa compreensão da dor. “As pesquisas mostram que os analgésico são realmente eficazes e um apoio valioso para os tratamentos. Mas há uma dimensão social, cultural e histórica da dor, capaz de interferir profundamente na vida das pessoas, e às vezes os remédios não bastam para dar conta disso.”

Joanna, que lançou no fim do ano passado o livro The Story of Pain – From Prayer to Painkillers (A História da Dor – Da Oração aos Analgésicos), conta nesta entrevista que o sofrimento físico é mais que uma resposta cerebral e sensorial a certo tipo de estímulo, que os analgésicos não viciam quando receitados a quem realmente precisa deles e que a dor é um mal a ser combatido.

Fonte: Veja onlaine

Cancer: Porque Angelina Jolie retirou trompas e ovários?

Angelina Jolie posa como uma criança para um retrato de família em que a maioria dos parentes de sangue adultos retratados agora estão mortos – tendo sucumbido ao câncer em uma idade jovem tragicamente.

A assombração 1977 fotografia foi fornecida pelo tio de Angelina Ron Martin de sensibilização para o cancro e a mutação do gene BRCA que devastou a família.

Falando na parte traseira do anúncio dramático de Angelina sobre ter seus ovários e trompas de Falópio removidos, Ron contou como ele acha corajoso artigo de opinião de sua sobrinha sobre ela e seu parentes história da mutação do gene BRCA pode salvar centenas de milhares de vidas.

 Haunting: Um retrato de família feita em 1977 mostra a Angelina Jolie do que sofreram com o gene BRCA devastador. Tomado na casa de seu avô Roland Bertrand (na foto sentado centro, entre a sua bisavó Angeline Bertrand e seu irmão James Haven), Angelina é visto sendo realizada por sua mãe Marcheline (canto superior direito). Outros representadas incluem seu tio Raleigh (canto inferior direito), tia Debbie Martin e primo Cory Martin (médio direito), seu primo Francine (superior esquerdo) e tia-avó Stella (centro do meio). Sentado frente e no centro é avó da etapa da atriz, Elke Bertrand

Ron, que era casado com a tia de Angelina Debbie Martin, que morreu de câncer de mama há dois anos, disse: “Estou muito feliz por ela. Mas era chorosa ler o artigo, porque você sentiu a dor se ela tinha ou não. ‘

Ron está em processo de lançamento de uma instituição de caridade chamada a Fundação Bertrand BRCA para ajudar as pessoas em risco de a mutação genética que vê sofredores atingidas pelo câncer no início da vida.

Ação

Ele disse: “Ela fez uma grande coisa e ela é uma pessoa muito reservada, e para ela para expor sua história clínica pessoal para o público, ela está fazendo isso por uma causa, ela não está fazendo isso porque ela quer ser público. Ela é definitivamente uma pessoa privada. Ela vê-lo como um muito mais de uma coisa importante que ela pode fazer, ela literalmente pode salvar centenas de milhares de vidas e esperamos continuar essa missão com a nossa fundação. “

Embora Angelina não está diretamente envolvido em ajudar a fundação, Ron acha que sua admissão pública negrito pretende avançar com a missão de sua família.

Falando de sua casa em Escondido, Califórnia do Sul, Ron disse: “Ela já fez um pouco, mais do que poderíamos fazer. Estamos nas trincheiras, ela está na ponta de lança.

‘Ele está efetuando muitas mais famílias, então, apenas a nossa, que só acontece de ser ela é provavelmente a pessoa mais famosa que tem esse gene. Se você ler alguns desses comentários em sua op-ed você verá caso após caso, que têm a mesma situação que ela.

“Você olha para as observações que foram feitas ele vai lhe trazer às lágrimas.

Aqui Angelina Jolie é retratada superior esquerdo quando ela cerca de três anos de idade ao lado de sua mãe Marcheline sósia.  Na frente deles é sua tia Debbie Martin e seu primo Cory Martin.  Ambos Marcheline e tia de Angelina Debbie sofreu com a mutação do gene BRCA devastador

Aqui Angelina Jolie é retratada superior esquerdo quando ela cerca de três anos de idade ao lado de sua mãe Marcheline sósia. Na frente deles é sua tia Debbie Martin e seu primo Cory Martin. Ambos Marcheline e tia de Angelina Debbie sofreu com a mutação do gene BRCA devastador

Angelina Jolie falou recentemente sobre sua decisão de habilitação para ter a cirurgia, a fim de reduzir as chances de seu sofrimento de câncer, como tantos de seus membros da família tem.  Aqui ela é retratado com seus filhos, a partir da esquerda, Shiloh, Knox, Pax e Vivienne

Angelina Jolie falou recentemente sobre sua decisão de habilitação para ter a cirurgia, a fim de reduzir as chances de seu sofrimento de câncer, como tantos de seus membros da família tem. Aqui ela é retratado com seus filhos, a partir da esquerda, Shiloh, Knox, Pax e Vivienne

“Menos de um por cento da população feminina tem o gene, mas é responsável por 10 por cento de todos os cânceres. 10 por cento de todos os cânceres de mama são por causa do gene BRCA, mas inferior a um por cento têm a mutação BRCA.

Na fotografia Angelina é mantido por sua mãe Marcheline que morreu aos 56 de câncer de ovário em 2007.

Também estão na foto tia da estrela Debbie Martin – morto por câncer de mama em 2013, aos 61 anos – e tia-avó Stella Leis e primo Francine também atingido pela mesma doença.

Angelina Jolie revelou recentemente que ela havia passado por uma cirurgia de ovário após descobrir que ela carregava um gene que causa câncer no início da vida

Angelina Jolie revelou recentemente que ela havia passado por uma cirurgia de ovário após descobrir que ela carregava um gene que causa câncer no início da vida

Ao lado deles é avô de Angelina Rolland Bertrand, que morreu de câncer da glândula de suor, em 1985, em 61. A poucos metros de distância é seu tio Raleigh que estava em sua meados dos anos 50, quando ele perdeu uma batalha de câncer de próstata em 2009.

O único parente de sangue de Angelina na foto que não morreu de câncer era sua bisavó Angeline (a mãe de seu avô retratado no centro), que morreu de causas naturais aos 86 anos em 1981.

Ron disse: “Sim, mais ou menos (tudo faleceu em 40 e 50 anos), exceto para o seu pai, que chegou ao 61, Debbie chegou ao 61 também. Ele só permeado toda a família de ambos os lados “.

A devastação já tinha batido a família antes de a foto foi tirada. A avó de Angelina Lois Bertrand faleceu de câncer de ovário com apenas 45 anos e sua mãe – a bisavó de Angelina – Virginia Gouwens morreu de câncer de ovário de 53 anos.

A batalha para vencer o gene letal é literalmente uma questão de vida ou morte para a família de Ron como tanto seu filho de – primos de Angelina – Cory e Chris também transportam.

Ele disse: “Chris foi testado e está provado ser BRCA2, assim como tem Cory para que ambos têm BRCA 2 genes.”

Perguntado sobre o que eles estão fazendo a si mesmos para evitar contrair câncer, Ron disse: “Basta ser muito diligente verificando seus seios e assistindo seus marcadores da próstata e ir ao médico regularmente.

“Chris é 39 e ele vai ter que tomar algumas decisões em breve, se ele quer retirar profilaticamente sua próstata – eles podem fazer isso também.

“Mas isso não é algo que é uma decisão fácil e se seus marcadores ficar baixo, então você não fizer nada, apenas ser mais diligente. Como Angelina disse em sua op-ed quaisquer coisas naturais que podem fazer para prevenir o aparecimento de câncer de próstata. “

A tia de Angelina Debbie (na foto com o marido Ron) ficou doente em 2002, assim como os médicos estavam descobrindo o gene e como protegê-la

A tia de Angelina Debbie (na foto com o marido Ron) ficou doente em 2002, assim como os médicos estavam descobrindo o gene e como protegê-la

Debbie Martin morreu há dois anos depois de sucumbir ao câncer de mama na idade de 61

Ron (na foto com sua esposa falecida esposa Debbie, a tia de Angelina), está lançando uma instituição de caridade chamada a Fundação Bertrand BRCA

Debbie Martin morreu há dois anos depois de sucumbir ao câncer de mama na idade de 61. Aqui ela é retratado com o marido Ron, que está lançando uma instituição de caridade chamada a Fundação Bertrand BRCA para ajudar as pessoas em risco de a mutação genética que viu seu hit esposa por câncer no início da vida

Ron divulgou um comunicado após a morte de Debbie, mas até agora ele não falou em detalhes sobre sua batalha de 11 anos com câncer de mama.

Com lágrimas nos olhos em homenagem a ela, Ron disse: “O tempo todo ela tinha câncer, ela nunca reclamou uma vez. Ela passou por cinco Chemos e várias radiações, ela era muito forte. Ela sempre pensou que ela foi abençoada, ela tinha vivido mais tempo, então a maioria de seus parentes. Ela era apenas uma, esposa carinhosa e amorosa mãe.

Agonizantemente Debbie ficou doente em 2002 em torno mesmo tempo que os cientistas estavam descobrindo o gene e como detectá-lo.

Ron disse: ‘Quando ela descobriu que tinha câncer de mama não estávamos cientes disso.

‘Mas se tivéssemos sabido, se eles tivessem descoberto que o gene cinco anos antes que ela estaria viva. Porque teríamos eleito para fazer a mesma coisa Angelina fez. Porque não tomar uma cirurgia no cérebro para perceber que, se você vai de cinco por cento para 87 por cento de chance de contrair câncer de mama que você vai provavelmente optar por ter os seios removidos.

“A irmã de Debbie (Marcheline) foi testado e aprovado para ser BRCA 1 e 2 e para que ela enviou os resultados para Debbie e foi fácil para eles fazer o teste on-la com resultados de sua irmã. Então descobrimos Debbie tinha BRCA 2 e já tinha se espalhado nesse ponto.

Fonte: Imail Onlaine

Veja 5 dicas para ser mais feliz no ambiente de trabalho

Em um mundo perfeito, os profissionais deveriam ser capazes de desistir de um trabalho que não traz satisfação e felicidade.

Por outro lado, no mundo real, as pessoas não conseguem deixar um emprego desse tipo, já que elas precisam do salário para pagar as contas e sobreviver.

Mas, o que o profissional pode fazer para deixar seu emprego melhor e ter uma vida mais feliz?

Segundo o PayScale, site de carreiras norte-americano, o trabalhador pode fazer algumas atividades fora da empresa para melhorar seu humor e o ânimo para trabalhar.

Veja abaixo uma lista com 5 coisas que o profissional pode fazer fora do trabalho para ter um emprego mais feliz:

Felicidade no trabalho - faça o que faz feliz (Foto: G1)

É fácil esquecer o que gostamos quando todos os dias fazemos algo que não gostamos. O profissional deve ter um compromisso consigo mesmo para manter seus hobbies e suas paixões. Ele pode fazer um pouco de cada coisa todos os dias para se manter bem.

 


Felicidade no trabalho - novas oportunidades (Foto: G1)

 

Mantendo o currículo atualizado, o profissional estará pronto caso alguma oportunidade apareça. Durante esse período, ele deve investir em si mesmo, com cursos, palestras, grupos de discussão para se manter atualizado.

 


Felicidade no trabalh- networking divertido (Foto: G1)

O networking não precisa ser um pesadelo. Ele é apenas uma palavra chata para o que as pessoas naturalmente: estabelecer relações com outros. Tire um tempo para se conectar com amigos, familiares e ex-colegas de trabalho que têm os mesmos interesses que você.


Felicidade no trabalho - exercite-se (Foto: G1)

Uma das melhores coisas para a saúde mental e física é reaprender a jogar. O futebol ou uma caminhada com os amigos pode ser uma boa forma de tirar o estresse do dia a dia. O exercício pode ser a própria recompensa.

 


Felicidade no trabalho - pensamento positivo (Foto: G1)

Quando as coisas vão mal no trabalho é difícil não pensar no futuro com apreensão, por isso o pensamento positivo pode ajudar o profissional a se manter calmo e a planejar novos passos na sua carreira. A meditação também é uma boa opção, fazendo com que ele pare e pense no presente e e aprenda a viver o que acontece atualmente ao invés de lamentar o passado e temer o futuro.

Fonte: G1

Maconha mais potente triplica risco de psicose, diz estudo

O uso de ‘skunk’ – um tipo de maconha mais forte – triplica o risco de psicose, segundo estudo de uma universidade britânica.

Cientistas do Instituto de Psiquiatria, Psicologia e Neurociência do King’s College de Londres apontaram também que o risco de psicose é cinco vezes maior entre usuários diários de maconha do que entre pessoas que não consomem a droga.

Por outro lado, o uso de haxixe, uma forma mais branda da maconha, não aumenta o risco de psicose, disse o estudo, que acompanhou 780 pessoas.

A psicose refere-se a delírios ou alucinações que podem estar presentes em certas condições psiquiátricas, como esquizofrenia e transtorno bipolar.

“Em comparação com aqueles que nunca tinham experimentado maconha, usuários de maconha do tipo ‘skunk’, mais potente, tiveram um risco três vezes maior de psicose”, disse Marta Di Forti, coordenadora da pesquisa.

“O risco de psicose em usuários de maconha depende da frequência do uso e da potência da droga.”

O ‘skunk’ contém mais THC (tetrahidrocanabinol) do que outras variações da cannabis, principal ingrediente psicoativo da maconha. Já o haxixe contém quantidades substanciais de outro produto químico chamado canabidiol, ou CBD.

Pesquisas sugerem que o CBD pode agir como um antídoto para o THC, contra-atacando os efeitos colaterais psicóticos.

‘Salvando usuários’
Robin Murray, professor de pesquisa psiquiátrica do King’s College, disse que “o trabalho sugere que poderíamos evitar quase um quarto dos casos de psicose se ninguém fumasse cannabis de alta potência”.

“Isso pode salvar pacientes jovens e economizar dinheiro do sistema de saúde.”

Marta Di Forti pediu que seja adotada uma “clara mensagem pública” sobre os riscos da maconha mais forte. Ela também sugeriu que os médicos perguntem aos seus pacientes sobre seus hábitos de uso da droga, como já acontece no caso do álcool e tabaco.

A pesquisa foi realizada ao longo de vários anos e comparou 410 pacientes com idades entre 18 e 65 anos, que relataram um primeiro episódio de psicose num hospital psiquiátrico do sul de Londres, com 370 participantes saudáveis na mesma faixa etária e da mesma área de Londres.

O relatório será divulgado nesta semana na publicação científica The Lancet Psychiatry.

Fonte: G1