23/06/2017 1:12
DESTAQUES

Noticias da Natureza e Turismo

Fila no avião logo após o pouso é o que mais irrita viajantes brasileiros

A cena é corriqueira em voos: mal o avião pousa, muitos passageiros se levantam e fazem fila para sair da aeronave, mesmo com o aviso de atar cintos ainda ativo. Segundo uma nova pesquisa, essa atitude é o fator que mais irrita passageiros brasileiros em viagens aéreas.

A pesquisa foi feita pelo buscador de viagemKayak com 4.010 viajantes de nove países: além do Brasil, participaram Alemanha, Áustria, Espanha, França, Itália, Polônia, Rússia e Suíça.

O hábito de se levantar logo após o pouso é o que mais incomoda 30% dos brasileiros entrevistados. Em seguida vêm, empatadas, três outras atitudes, com 17% dos votos: fazer fila meia hora antes do embarque, ficar na frente da esteira de bagagem e turbulências durante as refeições.

No hotel

Recepção de hotel em Nova York (Foto: Susan Sermoneta/Creative Commons)Recepção de hotel; ter que esperar por check-in tardio é o que mais irrita hóspedes (Foto: Susan Sermoneta/Creative Commons)

O levantamento também questionou o que mais irrita os viajantes ao se hospedar em hotéis. O campeão de queixas, com 38% das menções, foi quando o hotel só permite fazer o check-in mais tarde. Em segundo lugar, com 29%, ficou o preço dos itens no frigobar.

Veja o resultado entre os brasileiros:

O que mais irrita durante um voo
- Pessoas que se levantam e tentam sair logo depois da aterrissagem: 30%
- Fazer fila meia hora antes do embarque: 17%
- Pessoas que ficam na frente da esteira achando que a bagagem vai chegar mais rápido: 17%
- Turbulência durante as refeições: 17%
- Transfer de ônibus ao embarcar e desembarcar, embora o avião esteja próximo: 13%
- Palmas quando o avião pousa: 4%
- Outros: 2%

O que mais irrita ao se hospedar em um hotel
- Horário de check-in muito tarde, especialmente quando a chegada é de manhã: 38%
- Preços do frigobar exorbitantes: 29%
- Cartão-chave que não funciona após o meio-dia, mesmo tendo avisado que check-out poderia ser mais tarde: 21%
- Funcionários que ignoram avisos de “Não Perturbe”: 8%
- Horários restritos de funcionamento de piscina, spa ou café da manhã: 4%

Fonte: G1

Australianos que queriam viajar para Salvador vão parar em El Salvador

Um casal de Darwin, no norte da Austrália, que viajou para realizar o sonho de assistir à Copa do Mundo no Brasil, ficou devastado ao descobrir que seu agente de viagens não havia marcado suas passagens para Salvador (onde acompanhariam Holanda x Espanha), mas para San Salvador, capital de El Salvador, na América Central.

Segundo o jornal local “Sunday Territorian”, que falou com eles por telefone, Orin e Melissa van Lingen vinham economizando desde junho do ano passado para ver a Copa.

O caminho desde a Austrália é longo. Numa escala em Los Angeles, eles se deram conta do mal entendido. “Nós achamos que haveria alguma outra conexão, mas quando chegamos, percebemos que não havia outro voo”, disse Melissa. “O mais difícil foi ver a cara do meu marido”, completou.

Espanha e Holanda era a única partida para a qual o casal tinha ingressos. Eles tiveram que ver o jogo, em que os holandeses golearam os espanhóis por 5 a 1, pela televisão.

A agência responsável se desculpou e disse que faria o possível para mandar o casal para o Brasil o quanto antes, para assegurar que retomem rapidamente a viagem originalmente planejada.

'O pior foi ver a cara do meu marido', contou Melissa (Foto: Reprodução/Facebook/Melissa van Lingen)‘O pior foi ver a cara do meu marido’, contou Melissa (Foto: Reprodução/Facebook/Melissa van Lingen)
Fonte: G1

QUER VIR PARA MATO GROSSO SAIBA AONDE SE HOSPEDAR.

VEJA OS LINKS QUE DISPOMOS PARA VOÇE TURISTA:

https://www.airbnb.com.br/ 

http://www.mtnacopa.com.br/

Hotel diferente feito dentro de um avião. Veja o video.

Apelo a todos os casais de alto vôo à procura de um fim de semana de primeira classe de distância, este é uma suíte de hotel de luxo construído em um avião.

Conclua com a sua própria sauna, banheira de hidromassagem e três TVs de tela plana, as características neste avião 1960 desuso está muito longe de algumas companhias de baixo custo.

A Airplane Suite, no Aeroporto Teuge na Holanda, ainda vai deixar os clientes desempenham piloto e aeromoça com um simulador de vôo embutido.

 Este é o Airport Suite no Aeroporto Teuge nos Países Baixos que é construído em um avião velho

Este é o Airport Suite no Aeroporto Teuge nos Países Baixos que é construído em um avião velho

A sala voando alto hotel está equipado com uma sauna (à direita) e uma banheira de hidromassagem (esquerdo) para os hóspedes relaxarem

A sala voando alto hotel está equipado com uma sauna (à direita) e uma banheira de hidromassagem (esquerdo) para os hóspedes relaxarem

O avião em desuso também tem um simulador de vôo no cockpit para quem quiser brincar de ser um piloto

O avião em desuso também tem um simulador de vôo no cockpit para quem quiser brincar de ser um piloto

Para aqueles que querem levar para o céu de verdade, você também pode reservar passeios de helicóptero, aulas de vôo, saltos de paraquedas e um passeio em um avião de acrobacias.

Os hóspedes podem reservar a sua estadia a bordo do luxuoso de 40 metros de comprimento aeronave com preços a partir de cerca de £ 300 por noite.

 Steve Dobson, co-fundador da UnusualHotelsoftheWorld.com, disse: “Este é um conjunto único de luxo em um avião autêntico, situado no Aeroporto Teuge.

O refúgio perfeito! Suite Hotel dentro de avião oferece primeira classe …

A pista estadia na suíte incomum irá definir os turistas de volta por £ 300 por noiteA pista estadia na suíte incomum irá definir os turistas de volta por £ 300 por noite

O interior luxuoso é muito longe o que os passageiros de companhias de baixo custo pode ter vindo a esperar

O interior luxuoso é muito longe o que os passageiros de companhias de baixo custo pode ter vindo a esperar

“As instalações são fantásticas. Tem um banho de chuva, sauna e um convés de vôo intocado para jogar piloto e aeromoça.

“É um dos favoritos para celebrações românticas e oferece uma experiência verdadeiramente única forma que você precisa para reservar com antecedência para vir a bordo.”

Os passageiros também podem desfrutar de algum entretenimento “em voo”, com uma seleção de Blu Rays e DVDs a bordo, bem como ajudar-se a bebidas do mini-bar – embora talvez não antes de tomar para os controles.

 Haverá não se preocupa com comida de avião desonesto a bordo enquanto o avião está equipada com forno e micro-ondas

Haverá não se preocupa com comida de avião desonesto a bordo enquanto o avião está equipada com forno e micro-ondas

Quem quiser levar para o céu de verdade também pode reservar um passeio de helicóptero, um salto de pára-quedas ou uma lição de vôo

Quem quiser levar para o céu de verdade também pode reservar um passeio de helicóptero, um salto de pára-quedas ou uma lição de vôo

O avião Ilyushin 18 foi construído em 1960 e em seus primeiros anos serviu como um avião do governo para diplomatas alemães.

De 1964 a 1986, foi usado como um avião de turismo, tendo até 120 passageiros para países como Cuba e Rússia, antes de ser transformado em um restaurante há 15 anos.

Eventualmente, ele foi comprado pelo Hotelsuites.nl em 2007, antes de ser transformado no alojamento de luxo que é hoje.

Video

Cerrado mato-grossense

BELEZAS DO CERRADO

É um bioma árido e bastante seco durante parte do ano, mas extremamente rico em biodiversidade. São mais de 100 mil espécies de plantas, muitas delas medicinais e endêmicas. É no subsolo do cerrado mato-grossense que brotam os rios formadores das principais bacias hidrográficas do país.

O cerrado é uma ótima opção para quem quer recarregar as energias em meios a paisagens belíssimas com cavernas, grutas, serras, corredeiras, cachoeiras e muitas trilhas, além de sítios arqueológicos.

 Marcos Bergamasco/Secom-MT

Vista aérea da cachoeira véu de noiva na Chapada dos Guimarães - MT

Chapada dos Guimarães 


O Parque Nacional de Chapada dos Guimarães é o cartão de visita do Cerrado mato-grossense. Chapada dos Guimarães, o município que leva o mesmo nome do Parque, a 65 km de Cuiabá, é o resumo desta beleza agreste com suas visões paradisíacas com montanhas, cavernas, cânions, cachoeiras e sítios arqueológicos habitados por tucanos, tamanduás bandeira, raposas e macacos-prego.  

Marcos Bergamasco/Secom-MT

Jornalistas visitam nadam na Lagoa azul, em Nobres.

Nobres

Um colírio. Nobres é o cenário perfeito para os apaixonados por mergulho de observação. Banhada por muitos rios, com cachoeiras estonteantes e lagos subterrâneos de tirar o fôlego, o balneário, a 125 km da capital, abriga espécies variadas de peixes coloridos que nadam ao lado dos mergulhadores. Uma experiência inesquecível.
Fonte: SECOPA

Mais de 60 pinguins e um lobo-marinho retornam ao mar no litoral de SP.

Uma operação especial devolveu ao mar 62 pinguins-de-magalhães e um lobo-marinho no litoral norte de São Paulo.

Organizada em parceria pelo Instituto Argonatuta, Aquário de Ubatuba e Centro de Reabilitação e Triagem de Animais Aquáticos (Creta), a missão contou com o apoio da Marinha e do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

O objetivo é dar a esses animais uma chance de voltar ao seu habitat de origem, nas Ilhas Malvinas e na Patagônia. Eles se perderam durante suas rotas de migração, que podem levar até quatro anos, e que incluem a costa brasileira há milhares de anos.

Mais de 60 pinguins-de-magalhães e um lobo-marinho foram devolvidos ao mar

Muitos acabam morrendo nessa busca por alimento. Em julho do ano passado, mais de 500 pinguins encalharam e foram encontrados mortos no litoral do Rio Grande do Sul.

Mas o grupo que voltou ao mar teve mais sorte e foi recolhido com vida em Ubatuba ao longo de 2012. Após meses de tratamento, eles tentarão pegar uma “carona” em uma corrente marítima que os levará ao sul do continente, segundo o diretor do Creta, o ocenógrafo Hugo Gallo.

Dez marinheiros e o biólogo Danilo Camba integraram a missão que levou os animais a mais de 60 quilômetros da costa, partindo do porto de São Sebastião.

Planejamento

Hugo Gallo diz à BBC Brasil que um pinguim da espécie pode viver até três décadas e que seu período normal de migração pode durar até quatro anos. O passeio no mar é feito por adultos e filhotes, mas são os mais novos que costumam ficar para trás.

Conhecidos como pinguins-de-magalhães, eles vivem no sul do continente e têm o litoral brasileiro em sua rota habitual de migração há milhares de anos, mas nem todos encontram o caminho de volta.

Operação contou com apoio da Marinha; animais foram soltos a 60 quilômetros da costra de SP

O litoral norte de São Paulo é uma das regiões que mais recebem animais marinhos que se perdem no mar. São focas, lobos, leões e elefantes-marinhos e até baleias, mas a grande maioria é de pinguins.

Quando encontrados nas praias, os animais são encaminhados para centros de reabilitação como os de Ubatuba. Muitos chegam muito jovens, e passam meses em tratamento até estarem aptos a serem soltos ou encaminhados para zoológicos, aquários ou pinguinários.

“A escolha da data e do ponto de soltura destes animais foi planejada de acordo com as condições de ventos e correntes marítimas que possibilitarão o retorno às colônias de reprodução”, acrescenta Gallo

 

Fonte: BBC Brasil

Turismo: Veja ’10 mandamentos’ para viajar em aéreas de baixo custo no exterior

Viajar de um país a outro com passagens que podem custar menos de US$ 10 é possível graças às chamadas companhias aéreas “low cost” (de baixo custo). Muitos brasileiros que vão passar férias na Europa e na Ásia, onde há várias empresas desse tipo, aproveitam essa opção para se deslocar internamente pagando um preço que costuma sair mais barato do que qualquer outro tipo de transporte, incluindo os terrestres.

Mas viajar de “low cost” não é o mesmo que embarcar em um voo comum. Itens que costumam estar incluídos nos voos de outras empresas aéreas (com o direito de despachar uma mala, de reservar o assento ou de tomar um copo de água durante o voo) podem ser cobrados à parte.

Patrícia Camargo e Adriana Miller, blogueiras de viagem (Foto: Arquivo pessoal)As brasileiras Patrícia Camargo e Adriana Miller, blogueiras de viagem; elas moram na Europa e vivem embarcando em voos de baixo custo pelo mundo (Foto: Arquivo pessoal)

“Para economizar, o viajante tem que estar disposto a fazer certos sacrifícios, como não ter lanchinho servido no voo nem poltronas que reclinam, além de viajar apenas com uma mala de mão. Então, não tem a flexibilidade de levar um par de sapatos extra ‘caso apareça um programa’”, avisa a economista carioca Adriana Miller, 32 anos, autora do blog de viagens Dri Everywhere.

Ela vive na Europa desde 2004. Já morou na Itália e na Espanha, e agora trabalha em um banco em Londres. Adriana viaja ao menos uma vez por mês. Se contadas as viagens a trabalho, chega a pegar avião toda semana por vários meses seguidos. Com isso, já conheceu 72 países nos cinco continentes.

Das viagens de lazer da economista, 90% são em voos de baixo custo, tanto na Europa quanto na Ásia. Ela chegou a encontrar um bilhete entre Londres e Porto, em Portugal, por 50 centavos de libra (sem as taxas).

Ryanair cancelou outros voos para Espanha e, por isso, formou-se uma fila imensa no saguão. (Foto: Eduardo Guimaraes Castro/VC no G1)Fila em frente a guichê da companhia Ryanair (Foto: Eduardo Guimaraes Castro/VC no G1)

Para que o preço final continue valendo a pena, é preciso ficar de olho nas taxas e nos extras que são embutidos na hora da compra. “Algumas empresas oferecem uma tarifa na página principal que parece maravilhosa, mas que a cada clique vai somando uma taxa aqui, outra ali e no final o valor pode triplicar, caso você despache uma mala e escolha o assento”, diz a paranaense Patrícia de Camargo, que mora nas ilhas Canárias, na Espanha.

Doutora em Turismo, ela faz, em média, dez viagens ao ano. Já conheceu 41 países e dá dicas para viajantes no blog Turomaquia. Patrícia é assídua frequentadora de voos “low cost”. “Essas companhias são imbatíveis quando o turista não quer comprar um voo de ida e volta internacional, por exemplo Lisboa-Paris-Lisboa, mas apenas o trajeto de ida e de lá quer ir para outro destino. Os preços são bem melhores”, afirma.

Adriana acrescenta outra vantagem. “Por terem margens de lucro tão pequenas, essas companhias tendem a ser muito eficientes, sem atrasos, com embarque e desembarque super-rápidos”, diz.

Confira, a seguir, os “dez mandamentos” do viajante de voos “low cost”, reunidos pelo G1 a partir das dicas de Adriana e Patrícia.

1- Compre com antecedência
Comprar o antes possível é a chave para encontrar preços realmente baixos, principalmente se for viajar durante o verão europeu, o fim de ano e outras épocas de alta temporada. Em geral, as companhias colocam as passagens à venda com cerca de um ano de antecedência.

As companhias também costumam fazer promoções periodicamente. Vale ficar atento aos sites ou se cadastrar nos boletins de notícias. Outra dica: assim como acontece com as empresas aéreas comuns, passagens no meio da semana costumam ser mais baratas do que as de fim de semana.

2- Cuidado com os extras na hora da compra
As companhias “low cost” costumam cobrar por itens que, nos voos comuns, estão incluídos na conta. Alguns exemplos: é preciso pagar a mais para despachar a mala, reservar assento, ter direito ao embarque prioritário ou a uma poltrona com maior espaço entre as pernas. Muitas também cobram uma taxa para quem paga a passagem com cartão de debito e crédito – os preços costumam variar para cada bandeira.

Algumas empresas também adicionam outros valores à compra, como a taxa de embarque e impostos locais, que variam muito de um país para o outro.

Esses extras podem duplicar, triplicar ou até quintuplicar o preço final da compra. Adriana Miller conta que, no ano passado, comprou uma passagem entre a Malásia e a Cingapura que custava US$ 5. O preço subiu para US$ 40 com os impostos e a taxa para despachar bagagem. “Ainda é muito barato, porém o preço final saiu bem mais caro que a passagem propriamente dita”, diz.

3- Não caia nas armadilhas das vendas de produtos
Algumas companhias tentam “empurrar” ao cliente, na hora da compra, diversos itens de parceiros, como hospedagem no destino, aluguel de carro ou uma mala de mão do tamanho correto para voar com aquela empresa. É fácil clicar sem querer em um desses itens (ou  esquecer de desmarcá-los), por isso é preciso ficar atento.

4- Leve em conta o aeroporto de saída e de destino
Para baratear o preço dos voos, uma das medidas que as empresas de baixo custo tomam é não usar os aeroportos principais de uma cidade. Por isso, ao comprar a passagem, vale observar de onde o voo sai: Paris-Beauvais, por exemplo, fica na verdade em Beauvais, a uma hora e 15 minutos da capital francesa.

Para saber se vale a pena um voo que chega ou sai desses aeroportos mais distantes, some ao preço final o valor do deslocamento, que em alguns casos pode sair mais caro do que a passagem.

5- Respeite as regras de bagagem
A grande maioria das empresas “low cost” cobra para despachar qualquer bagagem – em geral, o valor cobrado por volume vai de 12 a 40 euros, dependendo da empresa e da época do ano.

Também há regras bem estritas em relação à bagagem de mão. Em geral, é permitido levar uma mala por passageiro, com um peso máximo que varia de seis a dez quilos e dimensões máximas também pré-definidas pela companhia. Isso quase sempre é conferido na hora de entrar no avião, com balanças e medidores de volumes na porta de embarque.

Bolsas femininas, sacolas do “free shop”, mochila para câmera fotográfica, bolsa de bebê… Tudo isso conta como volume e deve ser acomodado dentro da bagagem de mão. Apenas o casaco pode ser levado além dessa mala única.

Lembre-se de não encher demais malas ou mochilas para que suas dimensões não aumentem a ponto de não caberem no medidor de metal. “Se a mala não entrar naquele aterrador medidor da companhia, eles a despacham sem dó nem piedade, e o preço pode ser o triplo do valor que você paga para despachar online”, avisa Patrícia.

6- Faça o check-in online
Outra “armadilha” que costuma pegar muito turista desavisado é deixar para fazer o check-in no aeroporto. Algumas companhias cobram até 60 euros pelo serviço. Faça o check-in pela internet e imprima o cartão de embarque antes de sair de casa.

7- Fique atento na hora do embarque
Chegue cedo, e ainda mais cedo se for despachar a mala. Mas não com mais de três horas de antecedência, porque o check-in não é aceito antes disso.

Fique atento depois que passar pelos raios-X. As “low cost” são campeãs em alterar o portão de embarque.

As filas na porta de embarque desse tipo de empresa costumam ser grandes e começam a se formar bem cedo. Isso porque os assentos não são marcados, e o espaço no bagageiro se esgota em um determinado momento, o que pode obrigar os passageiros que entrarem por último a levar a mala nos seus pés. É comum haver até correria para conseguir se sentar.

Se estiver viajando com mais gente ou preferir evitar esse tipo de estresse, vale pagar para marcar os assentos (serviço que custa, em geral, de 4 a 10 euros).

8- Não espere conforto
Os voos desse tipo costumam ter poltronas com o espaço bem justo e que não reclinam. Mas ao menos a maioria das viagens feitas por essas aeronaves são curtas (duram em torno de duas horas).

Em algumas empresas, os comissários de bordo vendem todo tipo de produto durante o voo: de cigarros falsos que tiram a vontade de fumar até bilhetes de raspadinha, revistas e ingressos para atrações turísticas no destino. Prepare-se para as interrupções constantes.

9- Vá alimentado (ou pague pelo lanche)
Toda comida e bebida a bordo é cobrada, inclusive a água. Muita gente prefere comer antes ou levar um lanche na bolsa.

10- Tenha certeza sobre a data da viagem
Em geral, mudar a data ou o nome do passageiro não compensa, ja que as taxas extras cobradas podem equivaler ao preço de um nova passagem.

Fonte: G1

Hotel de luxo sob a características ginásio, restaurante MAR, e até mesmo uma capela de casamento … contanto que você pode pagar US $ 15.000 para uma semana de estadia.

A maioria dos hotéis de luxo convidados não são aventureiros -, mas os visitantes do Poseidon Undersea Resort vai ter que dar um salto de fé séria.

O complexo está previsto para ser localizado 40 pés no fundo do mar em uma lagoa ao largo da costa de uma ilha particular em Fiji.

Ele vai abrigar 25 suites, bem como um restaurante, bar, ginásio, e até mesmo uma capela para casamentos debaixo d’água.

Pioneiro: O hotel oferece aos visitantes ricos a oportunidade de passar uma semana vivendo debaixo d'água

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Todos os confortos modernos: os resorts é quase indistinguível de um hotel de luxo, com exceção de estar sob o mar

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O projeto inovador é a ideia de L. Bruce Jones, chefe de Submarinos US, Inc.

Por US $ 15.000 por pessoa por semana, os hóspedes poderão desfrutar de acesso ao complexo subaquático, que será acessada através de um elevador a partir da costa da ilha.

 Acima da água será de 51 quartos de hotel adicionais, bem como um número de restaurantes e bares além de um spa, quadras de tênis e um campo de golfe de nove buracos.

Mas a maioria dos visitantes vai certamente ser atraídos sobretudo pela impressionante paisagem marinha subaquática, cheio de impressionantes fenômenos biológicos, tais como peixes tropicais e recifes de coral.

 Modular: Cada quarto plexiglass é destacável do corredor central de segurança e manutenção

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Trendy: O resort dispõe de um bar submerso, restaurante e ginásio, bem como 25 suites

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Paraíso: Poseidon Undersea Resort será localizado ao largo da costa de uma ilha particular em Fiji

Paraíso: Poseidon Undersea Resort será localizado ao largo da costa de uma ilha particular em Fiji

Para explorar este mundo subaquático, os hóspedes têm acesso a, aparentemente, quatro submarinos pessoais fornecidos pelo resort.

Aqueles adiadas pelo ver através de módulos será aliviada ao saber que eles serão capazes de fazer o plástico opaco, desenhando um cego virtual sobre as janelas.

E os visitantes que estão preocupados com as implicações de segurança de passar horas em um momento em cúpulas transparentes subaquática está certo de que seus medos são infundados.

O resort afirma em seu site que seus edifícios são baseados no projeto de submarinos de passageiros, que descreve como “estatisticamente forma mais segura do mundo de transporte”.

 See-Through: mas os clientes serão capazes de fazer o plástico opaco, desenhando um cego virtual sobre as janelas

See-Through: mas os clientes serão capazes de fazer o plástico opaco, desenhando um cego virtual sobre as janelas

Na calha: Os criadores do projeto estão procurando atualmente para o capital que lhes permitam construir o resort

Na calha: Os criadores do projeto estão procurando atualmente para o capital que lhes permitam construir o resort

Os vários módulos do complexo são todas estruturalmente separado, o que significa que cada uma delas pode ser desligado se um problema se desenvolve ali.

E os quartos plexiglass podem ser destacadas do fundo do mar e elevado para a superfície para reparação, se necessário.

O resort Poseidon tem sido na realização de vários anos como o Sr. Jones e seus parceiros têm procurado o capital necessário para converter seus projetos abrangentes em realidade.

Eles afirmam que ela terá apenas dois anos para construir o complexo submarino uma vez que eles têm levantado dinheiro suficiente.

Fonte: Imail Onlaine.